O Brasil perde soberania e patrimônio, diz Robinson após Petrobras concluir venda da Refinaria Landulpho Alves, na Bahia



A venda da Refinaria Landulpho Alves (Rlam) é mais uma prova que esse Governo Bolsonaro é o governo do desmonte do nosso país, avalia o Deputado Estadual Robinson Almeida (PT-BA), após a Petrobrás informar, na última segunda-feira, dia 08 de fevereiro de 2021, que concluiu a rodada final da fase vinculante do processo de venda da refinaria Landulpho Alves, localizada em São Francisco do Conde, região metropolitana de Salvador, por 1,65 bilhão de dólares à Mubadala Capital, de Abu Dhabi.

“Esse desmonte, promovido pelo governo Bolsonaro, é nocivo à economia brasileira, ao desenvolvimento do nosso estado e também do Nordeste. A saída do nosso território causa prejuízos à economia e a nossa sociedade, torna nosso país refém das oscilações do mercado internacional e impõe ao Brasil a dependência”, lamenta Robinson. “A Petrobrás é nossa, por ela, pelo Brasil, pelo nosso futuro enquanto nação autônoma, soberana e desenvolvida, devemos lutar”, finaliza. 

Refinaria Landulpho Alves 

Foi a primeira refinaria nacional de petróleo, criada em 1950, teve sua origem impulsionada pela descoberta do petróleo no estado baiano. Com sua venda, os setores do comércio e dos serviços também serão afetados. Para ter noção do impacto econômico, a Refinaria Landulpho Alves, é responsável por 82% dos R$ 37 milhões da receita mensal de São Francisco do Conde e chegou a ser responsável por 99,32% do refino de petróleo na Bahia e por 20% da arrecadação de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do Estado. Quase 40 municípios baianos também podem perder receitas oriundas dos royalties, que, apenas no mês de junho, pagou R$ 28,368 milhões às prefeituras.




 

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